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domingo, 16 de setembro de 2012

Cores... eu sabia

Esta semana estava lendo no site national geographic uma matéria muito boa sobre como os homens e mulheres enxergam cores de forma diferente. 
Mulheres enxergariam melhor as cores enquanto os homens seriam melhores em rastreamento de objetos em movimentos rápidos. 

Os resultados suportam a chamada hipótese de caçadores-coletores, que argumenta que os sexos evoluiram distintas habilidades  para atender seus papéis pré históricos
Os pesquisadores afirmam que seus antepassados ​​caçadores teriam de detectar possíveis predadores ou presas de longe e também identificar e categorizar esses objetos com mais facilidade. Enquanto isso, a visão de mulheres, sendo coletoras, pode ter se adaptado melhor para reconhecer objetos estáticos, como frutos silvestres, sementes...
Vejam bem, isso é uma teoria, uma hipótese. O que acho interessante é pensar que um comportamento pré histórico possa ter gerado essa herança genética...
Então, quando se trata de perceber diferenças sutis entre tons de uma cor, as mulheres tendem a sair por cima.

Mas estudos também comprovam que já antes da descoberta da agricultura, há vestígios de que as mulheres também tinham um papel ativo no processamento da caça. Vestígios analisados mostram que as mulheres auxiliavam no corte das carnes e no deslocamento dos animais caçados com fins alimentares.
Além disso, podemos ter situações em que as mulheres eram as grandes responsáveis por “colocar comida na caverna”. Ainda no neolítico, nos períodos em que as atividades de caça se mostravam em baixa, a coleta de folhagens, frutos e raízes comestíveis acabavam garantindo o sustento de todo um grupo. 
Ponto para as coletoras, rsrs.

Mas a verdade é que a visão que realmente importa é a visão que se tem do mundo, a visão que se tem das pessoas, a visão que se tem dos problemas e o que a gente faz com todas essas perspectivas. E aí não há vantagens nos sexos: sai na frente quem tiver a visão de que, como seres humanos, temos muito potencial e muito para oferecer. Se não fazemos isso é única e exclusivamente porque não queremos. O verdadeiro cego é justamente aquele que não quer ver.


Em tempo:

Ahaaa!  Touché! 
Afinal, eu não estava complicando quando fiquei indecisa olhando a cartela de cores para pintar meu quarto, indecisa quanto ao melhor verde para usar, rsrs.. Fiz até postagem para isso na época, há um ano atrás (link aqui)  








imagens: google imagens 
consulta: brasil escola - cotidiano da mulher na pré história ; national geographic

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Manifesto na Itália

A muvuca correu solta. Mais de mil ativistas italianos salvaram, há 3 dias atrás, 40 beagles da empresa Green Hill que servem de cobaias para experimentos. A Green Hill é um criadouro multinacional de animais para testes em laboratórios ao redor do mundo.


Em um momento histórico, a galera foi chegando para um manifesto, protestando pelas ruas e quando estavam em frente da empresa, chutaram o pau da barraca: ignoraram por completo todos os avisos de propriedade privada e invadiram o local com vigor. Escalaram locais cercados, cortaram arames farpados e mandaram ver. Entre ativistas e donas de casa, os cãezinhos foram passando de colo em colo, o povo correndo com eles nos braços e a polícia tentando conter e dispersar a multidão.
No fim do dia, 12 pessoas estavam presas e mais de 40 beagles estavam a salvo. Estima-se que existam mais de 2.500 beagles no criadouro da Green Hill, mas esta ação deixou bem claro que a sociedade italiana não vai mais tolerar a presença desta empresa que vive da tortura de animais em suas terras.
( Nem nas terras deles e nem nas terras de ninguém, please!)


Porque Beagles? Beagles são muito usados em testes da indústria farmacêutica porque costumam ser cães muito ... DÓCEIS!!!  ABUSO - TORTURA - CRUELDADE


"Foi criado um site contra a Green Hill, o Fermare Green Hill. O espaço divulga a causa e os italianos se organizam para que o protesto também seja feito em outros países. “Os ativistas terão de enfrentar as embaixadas italianas e consulados, para dar uma mensagem clara ao governo italiano e do Senado”, afirma os organizadores da manifestação, que não possuem qualquer vinculação com partidos políticos."

Uma coisa é certa: não tem arame farpado e muro que segure uma sociedade unida. É mais do que chegada a hora dos cidadãos do mundo todo se posicionarem para dar um basta à tortura de animais e outros absurdos que acontecem tanto aqui quanto mundo afora.






Imagens e consulta: Vista-se e Instituto ecoAção









sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

"Libertados beagles usados como cobaias"

"Um grupo de 72 cães da raça beagle foi resgatado após a falência de um laboratório em Barcelona,na Espanha. A maioria dos animais, utilizados em testes de medicamentos e cosméticos, nunca havia saído da jaula. Os cachorros foram libertados depois que a fundadora do Projeto Liberdade para os Beagles, Shannon Keith, viu as mensagens colocadas no Facebook por um funcionário do laboratório e por um ativista espanhol que havia sido contatado por ele.
"Eles diziam que o laboratório iria fechar e que mataria os cães se ninguém se comprometesse a cuidar deles. Eu entrei em contato e disse: 'Nós nos comprometemos'", contou Keith à "BBC Brasil". O projeto é parte da ONG americana Educação da Mídia para o Resgate de Animais (ARME, na sigla em inglês).O resgate aconteceu há cerca de uma semana em Barcelona, mas somente nesta quarta-feira 40 dos cachorros chegaram a Los Angeles, onde fica a sede do projeto. Outros sete beagles foram adotados na Espanha e o destino dos outros 25 cães é desconhecido.
"O laboratório parou de se comunicar conosco desde que os beagles foram libertados, e não sabemos o que eles fizeram com uma parte (dos cachorros). Só recebemos 40", disse Keith.
Os animais, que têm entre 4 e 7 anos, viviam em jaulas individuais, agrupadas em quartos com 10 jaulas. Eles não tinham nenhum contato físico entre si. De acordo com Shannon Keith, é possível que eles estivessem participando de testes para o desenvolvimento de remédios ou cosméticos para humanos." (notícias uol.com.br)


"Dado que eu desconhecia: Aparentemente, beagles são muito usados em testes da indústria farmacêutica porque costumam ser cães... DÓCEIS!!! Isso me enoja.
Anos à fio sem carinho, sem companhia, sem uma cama aquecida, sem ver a luz do dia, sem contato com gente decente.
Abaixo está um texto que retirei do site da PEA, que deixa bem claro o quanto são desnecessários, atrasados e cruéis os testes que esses animais sofrem.
O próprio Dr. Sabin, que criou a vacina contra a poliomelite, reconheceu que o fato de haver realizado pesquisas em macacos Rhesus atrasou em mais de 10 anos a descoberta da vacina. A primeira vacina contra pólio e contra raiva funcionou bem em animais, mas matou as pessoas que receberam a aplicação.
Para ler na íntegra acesse o site da PEA.
No final do texto há um link para acessa-lo e também uma lista de produtos e suas marcas que não são testados em animais.

"Diferentemente do que muitos pensam, os animais não estão aqui para nos servir. É nosso dever respeitá-los e protegê-los como seres vivos.

Nem mesmo a utilização de animais na área médico-científica é justificável, uma vez que já se sabe que a utilização de animais em pesquisas é um retrocesso, um atraso na evolução científica, além de ser um grande desperdício de dinheiro público.
“De acordo com o Dr. Albert Sabin, pesquisas em animais prejudicaram o desenvolvimento da vacina contra o pólio".
“As perigosas drogas Talidomida e DES foram lançadas no mercado depois de serem testadas em animais. Dezenas de milhares de pessoas sofreram com o resultado”
Já existem inúmeras métodos substitutivos eficientes e eficazes que podem e já estão sendo usados nessa área. Isso sem falar dos modernos processos de análise genômica e sistemas biológicos in vitro, que vêm sendo muito bem utilizado por pesquisadores brasileiros. Sem falar que culturas de tecidos, provenientes de biópsia, cordões umbilicais ou placentas descartadas, dispensam o uso de animais. Vacinas também podem ser fabricadas a partir da cultura de células do próprio homem.
A vivissecção envolve basicamente interesses financeiros e políticos, e nem tanto científicos como se pensava.
Quando um medicamento chega ao mercado, são os consumidores as primeiras cobaias de fato, independentemente da quantidade de testes conduzida previamente em animais. Somente os humanos podem exibir efeitos desejáveis ou colaterais na espécie para qualquer substância testada. A indústria vivisseccionista não apenas coloca em risco nossas vidas como impede que outras vidas sejam salvas."



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